Só pra descontrair.

Algumas imagens engraçadas que a Aninha me mandou! Hihihi













Estas daqui são de comerciais de brinquedos que utilizaram cenas famosa de filmes idem.








Esta última não tinha a intenção de fazer graça.
...mas, fala sério né.


Sir Sean Connery em Zardoz, 1974.

Mulher Maravilha


Lynda Carter, A Mulher Maravilha do seriado de TV dos anos 70.

A produção do Filme da Mulher Maravilha está prestes a iniciar, além disso ela é o tema atual da enquete na nossa comunidade. Então vejamos algumas informações sobre a maior heroína dos quadrinhos.


***

A Mulher Maravilha foi criada em 1941 por William Moulton Marston (usando o pseudônimo de Charles Moulton), um psicólogo e jornalista simpatizante do feminismo, a pedido do editor Max Gaines, que buscava uma forma de atrair o público feminino para os quadrinhos.


Harry Peter foi o primeiro desenhista da série. Hipólita, rainha das amazonas, desejosa de uma filha e sem homens por perto que a pudessem ajudar na tarefa, molda uma criança de barro e Afrodite, a deusa grega da beleza, dá-lhe o sopro da vida. Assim nasce Diana, princesa de Themyscira, a ilha das amazonas.

Anos mais tarde, um piloto da força aérea norte-americana, Steve Trevor, faz um pouso forçado na ilha e as amazonas decidem enviar uma embaixatriz ao mundo dos homens. Como a escolhida teria de renunciar à imortalidade ao deixar a ilha, Hipólita proibe Diana de participar do torneio para o posto. Mesmo assim, a princesa usa um disfarce mágico e vence a competição. Mudando-se para os EUA, ela passa a ser a Mulher Maravilha, combatendo o mal e a injustiça.


***

Não tem como falar em Mulher Maravilha sem citar Lynda Carter.
Assim como Christopher Reeve se tornou o eterno Superman do cinema, Lynda Carter cristalizou a imagem da Mulher Maravilha no imaginário do público.



Nascida em Phoenix, Arizona, em 24 de julho de 1951, Lynda Jean Córdoba Carter foi uma ávida leitora das histórias em quadrinhos da Mulher-Maravilha em sua infância. Um presságio.


Destacou-se na vida estudantil pelo seu talento musical, chegando a atuar como cantora no início de sua carreira.
Mais tarde, como atriz, começou a fazer participações em programas e séries de TV, mas o sucesso só viria ao estrear em seu papel de protagonista na série de televisão Mulher-Maravilha, exibida originalmente de 1976 a 1979.



Sua interpretação perfeita ganhou-lhe a estima dos fãs e a apreciação da crítica, fazendo a série durar por três temporadas.
Mais de três décadas após ter estreado neste papel, Lynda continua a ser imediatamente identificada como a Mulher-Maravilha, tanto que se tornou difícil para os produtores encontrarem uma candidata adequada para interpretar a personagem nas subseqüentes produções canceladas.


Lynda Carter em foto atual.

Lynda continua sua carreira, faz participações em filmes e séries de TV americanas, já gravou alguns discos e até dublou personagens de vídeo games.

Fonte: O texto é um resumo e adaptação de informações colhidas na Wikipedia.

Dreamgirls (dos Singles ao iPod)



Deixando de lado o drama dos relacionamentos entre os personagens do filme Dreamgirls, eu vou direto ao ponto que mais me interessou no filme, a relação: indústria fonográfica – artista – público.

Assim como no filme, nos EUA, no início do século passado não existiam grandes empresas fonográficas. Havia sim, empresários da música que investiam em novos artistas, o que significava produzir discos com singles em pequenos estúdios, dessa forma, aos poucos a estrutura das gravadoras foi se estabelecendo.

Mas aquela indústria nascente produzia discos de brancos.

Seguindo a mesma estratégia, pequenas gravadoras surgiam nas periferias e lançavam discos “étnicos”: de Blues, R&B, Jazz, Soul...

E nessas pequenas gravadoras registrava-se a alma da cultura negra, que se manteve restrita a pequenos clubes especializados.

A “música negra” era realmente sensacional, muitos brancos escondiam no fundo do armário discos de artistas negros.

A música negra vendia, e isso é o que interessa ao homem de negócios seja ele branco ou negro.

Mas a barreira do preconceito não era fácil de ser vencida e os artistas negros dificilmente seriam aceitos pela grande mídia, que era controlada por brancos para brancos. Para eles era inaceitável um artista negro na tv, ou numa grande gravadora, o grande público consumidor branco rejeitaria o produto na certa.

Então a saída encontrada era óbvia: se a música é boa, mas o artista não é adequado, então vamos unir a boa música ao artista adequado.

Daí, muitos sucessos que eram executados por artistas afro-americanos em seus guetos surgiriam depois em discos de grandes gravadoras, porém esses sucessos eram reformulados, filtrava-se o “acento sexual” das músicas, ou seja, o swingue, o balanço, o soul. E se colocava esses sucessos nas vozes dos artistas adequados ao mercado. Artistas brancos.

E a indústria fonográfica ganhou muito dinheiro com essa história.

Até que um dia um jovem caminhoneiro de uma cidadezinha, possuidor de uma grande voz e um topete não muito menor, começou a gravar discos e fazer sucesso.

O caminhoneiro sabia a verdade: a música negra era muito melhor se executada assim como os artistas negros executavam, com swing, balanço, soul! Ele sabia que muitos jovens brancos freqüentavam clubes de negros para se divertir de verdade.

A música negra merecia ser exposta como realmente era na grande mídia e ele era o artista certo para dar início a aquela revolução, pois já fazia grande sucesso, sempre estava na tv, era branco e apesar de branco tinha “soul”.

Então começou a cantar música de negros como os negros cantavam: cheia de swing, soul e muito rebolado. Foi um escândalo, mas foi um sucesso! Pais horrorizados, mas jovens adorando aquilo tudo e garotas desmaiando nos shows.

Certo ou errado, eu não sei, mas aquilo era sucesso e vendia muito e para o homem de negócios, negro ou branco, isso é o que interessa.
Elvis Presley é o responsável por abrir uma brecha na barreira cultural, a aceitação de artistas negros aumentava por parte do público branco. E isso, em parte, possibilitou que artistas negros criassem uma grande gravadora exclusivamente de artistas negros (a Motown) e assim foi possível a grande comercialização de sucessos de artistas negros com James Brown, Aretha Franklin, The Supremes e muitos outros que se tornaram ídolos eternos da música, seja ela negra ou branca.
Agora, falando em Dreamgirls, o que acho importante de ser observado no filme é a estrutura da indústria cultural.
Desde a expansão dos meios de comunicação de massa que qualquer cultura sofre com a sua influência. A cultura local é substituída pela cultura global e quem dita os rumos dessa mega estrutura é, em todos os casos, um pequeno grupo de empresários que acha que sabe o que o público quer e deve ouvir e acaba por restringir nosso gosto estético pelas leis do mercado, leis estas que eles mesmos criam. É um ciclo sem sentido.
Mas agora a parte boa. A indústria fonográfica, em particular, está em crise, pois a estrutura que ela criou não faz mais sentido no mundo conectado pela internet. Tudo bem, o mundo ainda não está conectado integralmente, mas o caminho aponta para a expansão do número de usuários de internet. Vejam o número de usuários de tv e rádio como cresceu absurdamente num período muito curto do século XX.
Porém, desde já, muita coisa mudou, mesmo que para um pequeno número de pessoas, que afinal não é tão pequeno assim, já que esta mudança abalou o mercado fonográfico.
Ou seja, pelo menos um pequeno contingente de consumidores de música não precisa mais ouvir o que é disponibilizado pela indústria. Eles podem escolher baixar pela rede um disco de uma banda underground da Finlândia que mistura música típica da sua região com metal tudo isso tocado em balalaicas elétricas. Que disco que nada, você pode baixar apenas as músicas que você quer, não precisa mais compra um cd com mais de dez músicas porque você se interessa por uma delas. Quero dizer, têm-se acesso a um conteúdo artístico ilimitado e que não passa pelo crivo de ninguém a não ser o do próprio ouvinte.
E não fica só na distribuição, mas a evolução tecnológica facilitou a vida também de quem produz música, um artista pode gravar sua música num estúdio doméstico barato com uma qualidade que muitos estúdios profissionais nem sonhariam há um tempo.
Mas aí você pensa: e como os artistas sobrevivem dessa forma? Simples: adequando-se aos novos tempos. O problema é que, tanto os artistas como a indústria, pensam em ganhar dinheiro à moda antiga. E isso já quase não é mais possível.
Quanto a maneiras alternativas existem várias, vejam o exemplo da gravadora Trama aqui do Brasil. Eles têm um site onde você pode ir baixar de graça a música do seu artista favorito. O site veicula propaganda de produtos de seus patrocinadores e cada vez que uma música de um artista é baixada o artista ganha por isso. Como os blogueiros ganham cada vez que alguém clica num link patrocinado em seu blog.
Pois é, os tempos são outros e as estratégias devem ser outras, não adianta ficar reclamando como uma tia velha. O Elton John quer que acabem com a internet por um tempo, pois ele acha que os downloads gratuitos são os únicos responsáveis pelo fracasso do seu último álbum.
É preciso ver as coisas com outros olhos. Observem quantos artistas sumidos porque não interessavam mais às gravadoras têm seu trabalho resgatado por fãs e voltam até a fazer shows e gravar, quantos artistas têm relatado que estão fazendo mais shows, devido à divulgação de seu trabalho pela net, alguns até que nunca fizeram parte do cast de uma grande gravadora.
Artista ganha dinheiro é com show. O que as gravadoras lhes pagam nunca é o valor condizente com o que realmente venderam, já dizia o Lobão.
Outro exemplo que deve servir pra redefinir as coisas é o do filme Tropa de Elite, que apesar do receio do diretor e dos produtores de se transformar num fracasso de bilheteria, se tornou o maior sucesso cinematográfico do ano devido ao fato de ter chamado a atenção da imprensa e de outras mídias por ter sido distribuído ilicitamente antes mesmo de seu lançamento oficial nos cinemas.
Isso me lembra o terror que o vídeo-cassete causou na indústria cinematográfica quando foi lançado.
Não estou defendendo a pirataria, esta é um tipo de negócio movido por bandidos que financia tráfico de armas e outras cositas, nunca comprei nem cd nem dvd pirata.
Estou falando dos downloads pela internet, dos programas e sites de compartilhamento.
Enfim amigos, estou querendo dizer que o mundo mudou, pelo menos para o mercado de arte. Imaginem as situações dos personagens do filme Dreamgirls, tendo que submeter sua criação e postura artísticas ao julgamento de um empresário que não entendia nada de música, mas apenas de mercado, de números.
Nos dias atuais as meninas gravariam suas músicas da maneira que quisessem, bastava uma ida no estúdio de um amigo que tivesse um bom computador. Depois disponibilizariam em seu blog em mp3, quem gostasse faria o download para ouvir no seu iPod, ou usaria como ringtone para por no celular, fazendo assim a divulgação de seu trabalho. Conquistariam fãs e com o sucesso fariam shows por aí.
Estou brincando, não quero dizer que as coisas são fáceis assim, o mundo não ficou mais fácil com a internet, mas está ficando mais livre.

-Elvio

Contos de fadas

Um lindo ensaio fotográfico feito para a Disney pela renomada fotógrafa Annie Leibovitz.

Clique nas imagens para vê-las ampliadas.





Página de origem:
http://disneyparks.disney.go.com/disneyparks/en_US/index?name=Gallery&bhcp=1

Cinema em miniatura

Para mostrar as vantagens de assistir aos filmes na tela grande, a rede Cineplex do Vietnã veiculou campanha criada pela Ogilvy & Matter local recriando pôsteres de clássicos do cinema ironizando quem assiste às produções em uma tela comum.







O texto diz: “Em uma tela menor, você assiste um filme menor”.

Fonte: Blogcitário

As transformações físicas mais surpreendentes do cinema


Christian Bale em O Operário

São realmente inacreditáveis os sacrifícios que alguns atores suportam para assumir um papel. Algumas dessas transformações são tão incríveis que os tornam irreconhecíveis, praticamente transformando o ator em uma pessoa completamente diferente. E não estamos falando apenas de maquiagem... veja post completo em: Zine Acesso.

As fobias dos astros de Hollywood

1. Johnny Depp

O maior medo dele são os palhaços. "Tem alguma coisa naquelas caras pintadas e os sorrisos falsos que me deixam desconfortável", declarou o ator.




3. Billy Bob Thornton

O ex conturbado de Angelina Jolie tem uma das fobias mais estranhas do showbizz. Ele entra em pânico quando o assunto é mobília antiga e só fica em lugares modernos.




4. Jennifer Aniston

Apesar de viajar de um lado para o outro por causa da profissão, a atriz morre de medo de avião.





5. Matthew McConaughey

Não existe "a luz ao fundo do túnel" para o ator. Isso porque ele já chegou a dirigir horas a mais só para não ter que enfrentar um túnel.





6. Orlando Bloom

Rei das grandes produções épicas e filmes de ação, o ator, quem diria, entra em pânico ao se deparar com um simples porquinho.





7. Christina Ricci

Ela sofre de botanophobia (medo das plantas). "Elas são sujas e eu não entendo como as colocam dentro de casa", declarou.





8. Tobey Maguire

Acredita-se que o homem-aranha, um dos maiores super-heróis, não tenha medo de nada. Mas seu interprete não suporta grandes alturas.





9. Nicole Kidman

"Eu não tenho medo de cobras ou aranhas, mas odeio borboletas", contou a atriz. Vai entender...





10. Leonardo Di Caprio

Assim como Beckham, sofre de desordem compulsiva obsessiva. "Às vezes eu falo: ok, você está sendo ridículo. Não precisa andar 20 metros com os pés no lugar certo".


Fonte: Ego

Os piores filmes de super-heróis

Os super-heróis voltaram a fazer sucesso nos cinemas em meados do ano 2000, quando X-Men foi lançado. O gênero, no entanto, foi motivo de piada por três décadas, onde poucos filmes se salvaram e muitos caíram na "piada" generalizada, entrando até mesmo na lista dos piores longas do século... leia na integra